Assino por baixo o que o José M. Castro Caldas escreve neste post — e, se se quiser, a começar pela conclusão: Digam-me que não é verdade. Que a Europa ainda não chegou a este ponto. Porque se chegou, é o fim da linha.
Mas sugiro uma adenda: o problema não é a perda da soberania do Estado grego, nem menos ainda a "integração orçamental" da UE. O problema é que a soberania alemã se mantém e reforça o seu poder cada vez mais discricionário tanto em detrimento da "soberania federal" de uma UE politicamente integrada como das "soberanias nacionais", tornadas cada vez mais Estados-vassalos do Reich alemão.
29/01/12
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1 comentários:
Quem está surpreendido anda a dormir.
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