25/11/10

Crónica de uma ocupação terminada

Durou cerca de 24 horas a ocupação de uma casa devoluta, propriedade da Câmara Municipal de Lisboa, onde se servia sopa e faziam planos. Todos sabemos o que esperar daqui.
O prédio (em cima da sede da ILGA) continuará vazio e será provavelmente emparedado, como aconteceu na Rua do Passadiço. Daqui a uns anos, quando o PDM deixar de ser um problema e todos os cordelinhos certos tiverem sido puxados, aparecerá ali um qualquer hotel («de charme») ou um luxuoso condomínio.
Entretanto, a luta continua e o jantar popular desta noite decorrerá no Espaço RDA 69 (Regueirão dos Anjos, nº69). A greve não pára aqui. Eis a notícia do Público. Parece que desta vez pediram a jornalistas que escrevessem sobre o assunto. Já fazia falta.

1 comentários:

Ó MÕE QUERO UM FLUVIÁRIO EM TRAVANCA disse...

Durou cerca de 36 anos a ocupação de um país devoluto, propriedade de pais incógnitos e infestadinho de pulgas
cada uma apropriou-se do que pode
carregar ou ocupar

as messes dos oficiais herdeiros do glorioso 25 desviaram uns milhões porque o pré era baixo

os autarcas porque se tivessem ido para gestores da Bayer ou para governadores da califórnia ganhariam melhor logo era justo limparem o sebo ás botas

o pessoal das ONG's e restantes também necessita de trocos

a Barraca é um marco cultural
o centro cultural de Lamego de Alpiarça e de mais 500 sítios e um milhar de museus necessitam fundos
do tal país sem fundo

a Covilhã tem universidade
Castelo Branco terá politécnico
e se Castelo tem a Sertã terá de ter uma secundária novinha
se há 100 profes para 300 alunos
é um bom racio

ah a ocupação inda não terminou
tã ekivukadus