31/05/11

Estado, Protesto Popular e Movimentos Sociais no Portugal Contemporâneo - Colóquio

Começa já amanhã, quarta-feira, este colóquio, de que sou um dos organizadores. Atravessa o Século XIX, o período da República, do Estado Novo, do PREC e ainda passa pelo Império. Participam os investigadores Miguel Jerónimo, Diogo Ramada Curto, Fátima Sá, Espinha da Silveira, Diego Palacios, Fernando Catroga, Joana Dias Pereira, Alice Samara, Manuel Villaverde Cabral, Diogo Duarte, João Madeira, Paula Godinho, Fernando Rosas Constantino Piçarra, Ricardo Noronha, Guya Accornero, Miguel Angel Perez e Filipe Carreira da Silva. O programa está aqui.

6 comentários:

Roxo d'inveja disse...

se é no Portugal contemporâneo

o dito império já tinha ido

considera-se um monopólio comercial
com muitos buracos

ou uma colonização de um continentezito até 1822 um império?

mania das grandezas?

Anónimo disse...

Se não servissem para mais nada os protestos populares em Portugal, passados, presentes e futuros, servem para alimentar um número significativo de académicos, muitos dos quais se dedicam depois com afinco a prestar os seus serviços aos donos do Poder, os tais que mandam dar as «coronhadas». Nomes? Não vale a pena todos os conhecemos...

Zé Neves disse...

Anónimo,

Infelizmente, são muito poucos os académicos que se prestam a estudar os protestos populares, independentemente de depois servirem ou não os "donos do Poder"...
Mas também, se o poder tem donos, não percebo sequer porque o meu amigo se preocupa em mudar o que quer que seja...

Anónimo disse...

Sou contra o Poder e seus «donos», tal como sou contra o capitalismo e os capitalistas. E nem preciso ser o Vital Moreira, nos seus tempos de professor de marxismo, para teorizar sobre o capitalismo e sua ordem jurídica...
Evidentemente que a forma como vejo o Poder, ou os Poderes, é algo um pouco diferente do que pensam os marxistas-leninistas sobre o tema, mas isso já é outra história. E sobre esta não há, no momento, académicos interessados.

Zé Neves disse...

olhe que há, olhe que há...

cumps

Anónimo disse...

A verdade é que o Passos Coelho esteve na nossa organização. Ia lá onde ia o C. de F. Com os nossos numeros de centúria e decúria.

Tinhamos tudo preparado para fazer o nosso 23F.

O outro é que lixou tudo.

Quando souberem que o vosso primeiro ministro fez parte dessa conspiração, então é que se vai ver. Mordam-se bem, esquerdistas. Desta vez lixamo-vos bem lixados. Um veterano do nosso campo politico vai ser o vosso primeiro ministro.